As lendas vampíricas no mundo todo.
O que mais impressiona nos vampiros é o fato de praticamente todas as culturas possuírem uma criatura vampírica. Procurei listar nesta sessão o maior número possível de lendas e nomes vampíricos existentes ao redor do mundo.
Asanbosam/Asasabonsam
São vampiros africanos que vivem entre os povos Ashanti. São vampiros normais
exceto que possuem cascos ao invés de pés, e dentes de ferro. Costumam ficar
pendurados na copa das árvores com seus pés e atacam quem passar. Dizem que eles
preferem morder suas vítimas no polegar, mas isso não é comprovado.
Asiman
O mesmo que Obayifo. (para os Dahoméanos)
Obayifo
Identificado mais como uma bruxa do que como vampiro. Esse ser mágico deixa seu
corpo à noite na sua forma de "bola de luz", atacando principalmente crianças,
para sugar seu sangue. Também costuma sugar o caldo das frutas e dos vegetais.
(folclore Ashanti)
Otgiruru
Africano.
Owenga
Africano.
Camazotz
Os Maias acreditavam nesse deus (da agricultura) e o temiam pelas suas
"tendências sanguessugas" e aparência horrível (tinha longos e afiados dentes e
também garras). Costumava morar em cavernas, onde podia atacar pessoas para
drenar sangue.
Cihuateteo/Civateteo
Vampiras mexicanas. Mulheres aztecas que morriam ao dar à luz, assim como seus
bebês. Invadiam as noites atacando crianças, deixando-as paralisadas ou doentes.
Elas usavam as vestes dee Tlazolteotl, deusa maligna da feitiçaria e luxúria.
Dhampir
O Dhampir americano é um humano nascido da união entre um humano e um vampiro.
Pela natureza, tem certas afinidades com vampiros. Por exemplo: eles podem
sempre identificar um vampiro, e também podem resistir a qualquer poder
vampírico.
Kwakiytl
O vampiro dos índios americanos.
Loogaroo
No folclore do Haiti, as Loogaroos sempre eram mulheres velhas, que tinham feito
pactos com o demônio. O demônio cobrava um pouco de sangue quente todas as
noites, e em troca, dava às Loogaroo poderes mágicos. Para conseguirem sangue,
elas saíam de suas peles, e se transformavam em bolas de luz.
Sukuyan
De Trindade, são parecidas com a Loogaroo. Tinham que deixar sua pele durante a
noite, e viajar como bolas azuis de luz em busca de sangue. Se fossem presas, as
Sukuyan podiam se transformar em algum animal, e sem suas peles eram capazes de
voltar à forma humana.
Tlahuelpuchi
Pessoas (geralmente mulheres) aztecas, que supostamente tinham a habilidade de
se transformar em vários animais e atacar pessoas, mais as crianças, e sugar seu
sangue. O mais comum eram se tornarem perus, mas cães, gatos, dentre outros
mais, eram reportados.
Asema
Vampiro Sul-Americano, normalmente descrito como um velho durante o dia, que
podia sair de sua pele, e se tornar uma bola de luz azul durante a noite. Apenas
nessa forma ele podia se alimentar. As proteções contra o Asema eram o alho,
ervas comestíveis, e espalhar arroz ou sementes do lado de fora de uma porta,
pois ele tinha que contar os grãos antes de entrar na casa.
Jaracara (??)
Brasileiras, normalmente aparecem como cobras. Dizem que elas bebem o leite das
mulheres que estão dormindo, assim como também bebem seu sangue.
Lobishomem/Lobishumen/Lobisomem
Estes vampiros (?) brasileiros (??) se pareciam com pequenos macacos corcundas
(???), de cara amarela, lábios sem sangue, dentes pretos, longa barba e pés
peludos.
Talamaur
Vampiros na Melanésia.
Yara-ma-yha-who
Nas culturas aborígenes da Austrália, existem relatos de um ser vampírico
descrito como um homenzinho vermelho, sem dentes, com cabeça e boca enormes, com
orifícios nos dedos das mãos e dos pés como os de um polvo. Diziam que ele caía
das árvores em cima de suas vítimas sugando o sangue delas com os pés e as mãos,
deixando-as fracas e debilitadas. Às vezes voltava depois para engolir o que
sobrava.
Alp
Vampiros saxões que se parecem com borboletas.
Baobban Sith
Fada maligna escocesa, que aparece como uma jovem mulher (ou como um corvo
também) e dançará com o homem que achar até que o mesmo se esgote, para depois
se alimentar dele. Sua fraqueza é o ferro frio.
Bruxsa
Lenda portuguesa.
Dearg-Due
Na Irlanda, os druidas matavam os Dearg-Duls contruindo uma lápide de pedra
sobre suas sepulturas. Os Dearg-Dues não mudam de forma.
Incubus
Incubi (plural de incubus) são vampiros sexuais. São espíritos de natureza
demoníaca. Procuram continuamente mulheres para saciar-se, enquanto elas dormem.
Muitas mulheres foram possuídas por belos homens, corpos mortos temporariamente
reanimados pelos Incubus. A versão feminina de Incubus é a Succubus.
Leanhaum-shee
Sedutora fatal do folclore irlandês, que usava sua beleza para atrair homens.
Então a vítima masculina tinha sua vida sugada aos poucos, pela amante
vampiresca. O único modo de se escapar dela era arranjando um substituto, outro
homem para ser inconscientemente sua nova presa. Assim a vítima original
escapava.
Nachzerer
Alemães, eles eram fantasmas de cadáveres recentes, que retornavam da morte para
matar seus familiares.
Neuntöter
Também alemães, eram vampiros que espalhavam a peste.
Nocnitz
Pareciam velhas bruxas. Existiam em forma astral, manifestando um corpo físico
apenas para atacar ou para se alimentar.
Redcaps
Escoceses, eram espíritos malignos que assombravam castelos e outros lugares
onde havia acontecido algo violento. Se alguém dormisse em algum local
assombrado por um Redcap, ele tentaria mergulhar sua capa em sangue humano.
Podia ser afastado facilmente por uma palavra da Bíblia ou uma cruz.
Succubus
Esta é uma raça menos conhecida de vampiras européias. A maneira mais comum de
se alimentarem é tendo relações sexuais com suas vítimas, deixando-as exaustas e
depois alimentando-se da energia dispersada no ato sexual. Elas podem entrar
numa casa sem serem convidadas e tomar a aparência de qualquer pessoa.
Geralmente visitarão suas vítimas mais de uma vez. A vítima de uma Succubus
interpretará as visitas como sonhos. A versão masculina de uma Succubus é um
Incubus.
Tenatz
Supostamente, eram corpos de pessoas doentes tomadas por espíritos. Eles podiam vaguear pela noite, e sugar o sangue das pessoas adormecidas. Eles podiam se transformar em ratos para entrarem e saírem de seus túmulos.
Water-Colts
Celtas. Parecidos com unicórnios pretos. Normalmente usavam de sua forma
intangível, manifestando um corpo físico apenas para atacar ou para se
alimentar.
Blautsauger
Originários da Alemanha e da Bosnia-Herzegovina, eram carecas, sem esqueleto e
com enormes olhos. Eles apenas podiam transformar suas vítimas em vampiros se as
forçassem a comer terra de seu túmulo.
Burkolokas
Vampiros gregos. Veja Vrykolakas.
Callicantzaros
Eram crianças gregas nascidas na semana entre o Natal e o Fim do Ano, que
acreditavam serem azaradas, e que se tornariam vampiros após a morte. Agiam
apenas no dia de Natal e nos 20 dias posteriores. Conhecidos por suas longas
unhas, que usavam para cortar suas vítimas.
Dakhanavar
Um vampiro da Armênia que vivia na natureza e atacava os viajantes pela noite,
sugando o sangue dos pés deles. Dois homens dormindo podiam enganá-lo, deitando
a cabeça nos pés do outro. O vampiro ficava frustrado pela visão de duas cabeças
e nenhum pé... e corria para longe, para nunca mais ser visto.
Dracul
Lenda austríaca
Empusa
Conhecida na Grécia e em Roma, eram lindas mulheres com o pé esquerdo feito de
bronze, outras vezes com o casco de mula, que atraíam homens para matá-los e se
alimentarem deles. Na Rússia ela era temida porque aparecia à meia-noite na
época das colheitas, como uma viúva, e costumava quebrar os braços e as pernas
dos trabalhadores. Empusas apareciam tanto como lindas damas, ou como velhas
bruxas.
Farkaskoldus
Vampiros da Hungria. Veja Vrykolakas.
Krvopijac
Vampiros búlgaros. Também são conhecidos como Obours. Eles se parecem com
vampiros normais mas têm apenas uma narina e a língua longa e pontiaguda. Eles
podem ser imobilizados se colocadas rosas em seus sepulcros. Podem ser
destruídos se um padre guardar a alma do vampiro numa garrafa de sangue, e
atirar a mesma numa fogueira.
Lamia/Lamiai
É originária da Roma e Grécia antiga. São exclusivamente fêmeas, sendo
geralmente metade humana, metade animal (quase sempre uma cobra, e sempre na
parte inferior do corpo). Elas comem a carne de suas vítimas assim como bebem
seu sangue. As lamias podem ser atacadas e destruídas com armas normais.
Lampir
Veja Vrykolakas.
Lidérc
Uma succubus húngara, que podia aparecer como uma mulher, um animal ou uma luz
brilhante. Era dito que elas não tinham habilidade de se metamorfosear, mas
podiam existir em todas as formas, uma de cada vez. Parece que elas atacavam
suas vítimas da mesma maneira que uma Succubus.
Moslem
Cobras vampiras, da Iugoslávia.
Murohy/Murony
Romênia e Valáquia
Mulo
Sérvios. Literalmente significa, "aquele que está morto". Os Mulé (plural de
Mulo) são crenças dos ciganos. Um Mulo era qualquer indivíduo que morreu de
alguma maneira horrenda (suícidio, acidentes) e se tornavam vampiros, que deviam
encontrar os responsáveis por sua morte. Eram normais, exceto talvez algum dedo
perdido, ou outra anormalidade. Os ciganos eslavos e alemães acreditavam também
que os Mulos não tinham ossos. Eram ativos tanto de dia quanto de noite, e
podiam se transformar em cavalos ou ovelhas. Eles comiam suas vítimas e bebiam
seu sangue. Mulos também eram chamados de Vlokoslak.
Nosferatu
Uma das definições seria uma versão moderna da palavra "nosufur-atu", derivada
do grego "nosophoros", que significa "portador da peste". É o termo para vampiro
na Europa central e do leste. É o vampiro "tradicional", descrito em Dracula, e
em outros livros e filmes.
Nora
Um humanóide pelado, que era invisível. Ele atacava pulando nas mulheres, e
sugava violentamente os seios. Nora é só conhecido na Hungria.
Obur
Búlgaro. Acredita-se que também sejam conhecidos como Krvopijac, mas não há
certeza disso. Obur era um glutão sanguíneo. Bebia muito sangue e fazia muito
barulho enquanto sugava. Podia mover objetos como um poltergeist.
Ogoljen/Ogolgen
Bohemia.
Oupir
Húngaro.
Pamgri
Húngaro.
Stirge/Striges
Gregos, usavam a forma de pássaros, e preferiam beber de crianças.
Strigoi/Strigoiuls
Vampiros de Roma. O tipo mais comum de vampiros. Existem, porém, diferenças
entre "Strigoi" e "Strigoi Mort", que são ambos romanos. Eles começam como
vampiros "vivos" e depois se tornam vampiros após a morte. Existem também
Strigois que são bruxas que se tornam vampiras após morrer. Strigoiuls eram
descobertos por uma ocorrência incomum em seus nascimentos ou mortes, e um
Strigoi vivo era a pessoa que nascesse com uma pequena cauda. Uma Strigoi podia
se tornar uma Strigoi Mort, se essa pessoa morresse de maneira irregular, como
por suicídio ou em acidente. Podem ser destruídos se for posto alho em sua boca
ou removendo seu coração.
Upirina
Veja Vrykolakas.
Upuir/Upierczi
Esses vampiros têm origem na Polônia e na Rússia e também são chamados de
Viesczy. Possuem um ferrão sob a língua ao invés de presas. Ficam ativos a
partir da meia noite e só podem ser destruídos por fogo extremo. Quando
incendiado, seu corpo irá explodir, dando origem à centenas de pequenos e
repugnantes animais (larvas, ratos, etc). Se algumas dessas criaturas escapar,
então o espírito do Upierczi escapará também, e retornará para reclamar
vingança.
Ustrel
Vampiro Búlgaro. Era uma criança que nascia no sábado, e morria antes do
batismo. Nove dias após o enterro, acreditavam que o Ustrel se erguia de seu
túmulo, e sugava sangue de carneiros e do gado local. Se um Ustrel atacasse uma
comunidade, alguém contratava um "vampirdzhija", um caçador de vampiros. Esse
caçador tinha a habilidade de ver os Ustrels, e podiam detectar quem era ou não
um Ustrel na comunidade.
Vapir
Bulgária.
Vampyr
Sérvio. Era naturalmente invisível, mas podia ser visto pelos animais ou por
dhampirs. Um dhampir era a cria (vivente, claro) de um vampyr, e era capaz de
vê-los e de atacá-los fisicamente. Dhampirs costumavam alugar seus serviços na
caça e destruição dos vampyrs. Vampyrs não podem mudar de forma.
Varcolaco
Romeno. Veja Vrykolakas.
Vilkolak
Polonês. Veja Vrykolakas.
Vlokoslak
Vampiros sérvios também chamados de Mulos. Eles normalmente aparentam-se com
pessoas trajadas de branco, tão diurnos quanto noturnos, podem assumir a forma
de um cavalo ou de uma ovelha. Comem suas vítimas assim como bebem seu sangue.
Podem ser destruídos se decepados os dedos dos pés, ou com um prego trespassado
no pescoço.
Vrykolakas
Gregos. Facilmente confundível com Lampir (Bósnia), Vurvulak (Albania), Upirina
(Servo-Croata), e Vukodlak (Croatia). Basicamente, é um ser maligno que atacam
pessoas à noite, mas que também podem andar durante o dia sem serem incomodados.
Os vrykolakas podem ser chamados para entrarem em apenas uma casa específica por
noite. Além de sugarem sangue, também podem causar pesadelos. Eles podem ser
destruídos por exorcismo ou pelo fogo. Na ilha de Creta, são chamados
kathakanos.
Vyestitsa
Sérvias. Essas feiticeiras vampiras eram acusadas de comerem os corações de
crianças pequenas.
Vukodlak
Sérvio. Veja Vrykolakas.
Vurvulak
Veja Vrykolakas.
Wampir
Polonês/Russo. Os Wampiri pareciam humanos normais, e tinham um "ferrão" embaixo
da língua. Eram ativos desde a tarde até a meia-noite. Um wampir podia apenas
ser destruído com fogo. Quando incendiado, seu corpo irá explodir, dando origem
à centenas de pequenos e repugnantes animais (larvas, ratos, etc). Se algumas
dessas criaturas escapar, então o espírito do wampir escapará também, e
retornará para reclamar vingança. Eram também chamados de vieszcy e upierczi.
Wiesczy
Polônia.
Wurwolaka
Albania. Veja Vrykolakas.
Alukah
Uma entidade única dos Hebreus. Acompanhado sempre por suas filhas gêmeas, que
constantemente choravam: "me dá, me dá". Ele tinha um castelo escondido nas
montanhas, mas raramente ficava por lá, preferindo caminhar por toda a Terra.
Ananngel
Vampiros filipinos. Veja Pennagalin.
Aswang
Vampira filipina. Dizem que é uma linda donzela com atividades vampíricas à
noite, e vida normal durante o dia. Para se alimentar, Aswang se transformava em
um grande pássaro e pousava no telhado da vítima. Então ela usava sua enorme e
pontuda língua, que pregava na veia jugular da vítima, por onde ela sugava o
sangue. Após se alimentar, Aswang ficava parecendo uma mulher grávida.
Bajang
Vampiro da Malásia. O Bajang normalmente assumia a forma de uma doninha. Eles
eram escravizados por feiticeiros e forçados a matarem os inimigos de seus
mestres.
Bas
A crença no espírito chamado "Bas" vem dos povos Chewong, na Malásia. O alimento
do Bas era o "ruwai", que pode ser traduzido como "alma", "vitalidade", e até
mesmo como "vida". O Bas costumava atacar porcos, mas ocasionalmente atacam
humanos também. A maneira mais comum de manter o Bas afastado era acender uma
fogueira, que ele via como um símbolo de civilização e humanidade.
Baital/Betail
Raça de vampiros indiana. Sua forma natural é metade homem, metade morcego,
tendo mais ou menos um metro e meio de altura. Veja Vetala.
Bhuta
Monstros indianos, que moram em ruínas, crematórios e outros locais abandonados,
especialmente em desertos. Podem se transformar em corujas e morcegos. Sempre
sedentos, eles também gostam de leite, e atacam bebês logo após terem sido
amamentados. Dizem também que podiam possuir humanos.
Brahmaparusha
São criaturas parecidas com vampiros desenhadas com a cabeça enrolada em
intestinos e um crânio cheio de sangue, de onde bebiam. Essa lenda vem da Índia.
Catacano/Katakhano
Ilha de Creta e Rhodes. Sempre sorridentes, com dentes branquíssimos, estes
vampiros cuspiam sangue, que causavam horríveis queimaduras. Só podem ser mortos
se forem decapitados e a cabeça fervida em vinagre.
Chedipe
Palavra indiana que literalmente significa "prostituta". Essa mulher vampira era
vista nua, montada num tigre. Durante a noite ela procurava uma família em sono
profundo, entrava na casa, e então sugava o sangue dos homens com seu pé (que
era grande).
Churel
Na Índia, se alguma mulher morresse de causas "não-naturais", ela podia voltar
da morte em busca de vingança contra qualquer família que a tivesse tratado mal
em vida. Ela beberia o sangue dos homens dessa família. Uma Churel era
reconhecida por ter os pés virados para trás.
Chiang Shih/Ch'Iang Shih
Na China, são criaturas vampíricas. São criadas se um gato pular sobre o corpo
de um cadáver. Eles se levantarão para a vida e podem matar com um bafo venenoso
além de poderem drenar o sangue. Se um Ch'Iang Shih encontra uma pilha de arroz,
ele tem que contar os grãos antes de passar. Sua forma imaterial é uma esfera de
luz, como um fogo-fátuo.
Dybbuk
Os Hebreus os consideravam um tipo de vampiro, mas nenhuma das criaturas que
usavam esse nome eram realmente vampiros.
Ekimmu/Ekimdu
Malignos espíritos assírios (metade fantasma, metade vampiro), causados por um
sepultamento impróprio. Eles são naturalmente invisíveis e são capazes de
possuir humanos. Podem ser destruídos sendo usado armas de madeira, ou por
exorcismo.
Hanh Saburo
Essas criaturas indianas viviam nas florestas e podem controlar os cães. Eles
atraem a vítima para a floresta e os ataca.
Hantu-Pari/Hantu Penyardin
Originários da Malásia. Pequenos e invisíveis, sugam sangue de ferimentos
abertos.
Jilaiya
Usam a forma de pássaros noturnos, cantando uma estranha canção. Eles preferem
se alimentar apenas de pessoas que lhes são conhecidas.
Kappa
Os Kappa são japoneses. Monstros vampíricos. São pequenos, como crianças, pele
amarelada, membranas entre os dedos das mãos e dos pés, narigudos e olhos
redondos. A pele se parece com a da tartaruga, eles cheiram a peixe, e suas
cabeças são côncavas, onde mantém água dentro. Se vazar, o Kappa perde as
forças. Kappas se alimentam nas margens aquáticas, onde puxam criaturas e sugam
seu sangue através do ânus. (sim, você leu certo!)
Langsuyar/Langsuir
Da Malásia, era uma mulher de grande beleza, e seu filho nasceu morto. Ela
entrou em choque com isso, mas quando saiu de seu torpor, ela podia bater palmas
e voar para a árvore mais próxima. Ela passou a ser vista sempre com um robe
verde, longas unhas e com longos cabelos negros que lhe cobriam as costas. O
cabelo escondia um buraco pelo qual ela sugava o sangue de crianças. Para evitar
que uma mulher se tornasse uma Langsuyar, bolinhas de vidro eram colocadas na
boca, para prevenir seus gritos (iguais ao de um banshee), ovos embaixo de seus
braços, e agulhas em suas palmas para ela não poder voar. Era supostamente
possível "domesticar" uma Langsuyar. A criança natimorta de uma Langsuyar era
chamada de Pontianak.
Maneden
Uma criatura da Malásia que habita plantas selvagens. Se um humano atacasse a
planta, a criatura podia contra-atacar, mordendo o cotovelo dos homens (ou o
bico dos seios das mulheres) de onde ele sugaria sangue até que fosse lhe dado
algo em troca (uma noz, por exemplo).
Pelesit
Vampiro da Malásia. Se alguém for atacado por uma Polong, geralmente o Pelesit a
acompanha. O Pelesit podia chegar antes da Polong, entrar no corpo da vítima, e
preparar o caminho para a própria Polong.
Penanggalan
Existem idéias diferentes sobre Penanggalan, da Malásia, mas a maioria concorda
em alguns pontos. São todas mulheres, e suas cabeças são separadas de seus
corpos, e seus intestinos são dependurados. Elas vivem em árvores, voando pelas
casas, sugando o sangue dos recém-nascidos e, algumas vezes, de suas mães
também.
Pisachas
Originários da Índia, a palavra significa, literalmente, "comedores de carne
fresca". São feios, repelentes e sanguinários. Supostamente são filhos da fúria
da divindade Brahma.
P'o
São chineses. Como não podem trocar de forma, geralmente permanecem invisíveis.
Polong
Na Malásia, é uma pequena mulher, uma serva de alguma bruxa. Em troca da cota
diária de sangue que ganha da bruxa, ela deve fazer algumas tarefas, incluindo
atacar os inimigos da bruxa. Leia também sobre o Pelesit.
Pontianak
A criança natimorta de uma Langsuyar. Costumam assumir a forma de uma coruja
noturna. Para prevenir que uma criança doente não se transforme num Pontianak,
ela era tratada do mesmo jeito que a Langsuyar.
Rakshasa
A mais conhecida raça vampírica da Índia. Geralmente aparentam como um humano
com características animais (garras, presas, olhos em fenda, etc) ou animais com
características humanas (pés, mãos, nariz chato, etc). O lado animal geralmente
é um tigre. Eles comem a carne de suas vítimas além de beber seu sangue.
Rakshasas podem ser destruídos por fogo extremo, luz do sol, ou exorcismo.
Vetala
Este espírito vampiro indiano também é chamado de Betail. Eles habitam e
reanimam corpos mortos.
Yatu-Dhana
São feiticeiros indianos que devoram os restos deixados pelas Rakshasas.
traduzido por Lewd
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